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Dr. José Carlos Garcia Jr.

Especialista em cirurgia de ombro, cotovelo e artroscopia

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Luxação Acrômio-Clavicular

É uma lesão comum, principalmente em lutadores, jogadores de hóquei, futebol americano, entre outros esportes onde possa haver quedas violentas.
A lesão inicial ocorre pelo trauma direto, queda sobre o ombro onde há ruptura total ou parcial dos ligamentos entre escápula (omoplata) e clavícula.
Seus sintomas são variáveis, desde somente dor até a elevação da porção mais lateral da clavícula.
Classificamos a luxação acrômio-clavicular em 6 níveis de lesão.
No nível 1 há uma ruptura parcial apenas dos ligamentos acrômio-claviculares e seu sintoma é apenas dor na região acometida, não há deformidades visíveis e seu tratamento é simples.
Desde o momento do trauma oriento a utilização de gelo 4 vezes ao dia por período de 15 a 20 minutos. O uso de antiinflamatórios não hormonais pode auxiliar o tratamento, mas deve sempre seguir a prescrição médica. O uso de tipóia tipo velpeau também é indicado enquanto persistir a dor, em geral 1 a 3 semanas, de acordo com a intensidade da lesão.
No nível 2 há ruptura completa dos ligamentos acrômio-claviculares mas integridade dos ligamentos córaco-claviculares. O quadro clínico e o tratamento é semelhante ao grau 1 mas pode durar um pouco mais de tempo.
Na lesão grau 3 ocorre a ruptura completa dos ligamentos acrômio-claviculares e dos ligamentos córaco-claviculares(conóide e trapezóide). Há uma elevação da porção lateral da clavícula e dor, algumas vezes até um arroxeamento (equimose) local. Seu tratamento é controverso: Alguns ortopedistas preferem a cirurgia para restabelecer a anatomia inicial e outros preferem aguardar o quadro clínico e se houver dor durante a pratica desportiva indica-se a cirurgia. Na minha opinião a conduta de aguardar e ver o quadro clínico do atleta é a mais correta na maioria dos casos, mas as condutas são individualizadas de paciente a paciente.
Nas lesões graus 4, 5, 6 ou há lesão muscular concomitante ou a clavícula está em posição inadequada em relação à escápula(omoplata). Nesses casos a cirurgia faz-se necessária.
Na avaliação inicial é importante verificar se houve fratura avulsão do processo coracóide da escápula ou fratura da clavícula intraarticular pois essas lesões podem alterar a conduta cirúrgica, se for o caso.

Dr. José Carlos Garcia Jr. 
Ortopedista especialista em Ombro e Cotovelo do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês e referência em ombro e cotovelo do Hospital Moriah em São Paulo-Capital.
Médico graduado e pós-graduado pela Escola Paulista de Medicina(Federal de São Paulo).
Fellow na Mayo Clinic-Minnesotta-EUA,  Princeton-EUA e IFOR e IRCAD da Universidade de Estrasburgo-França.
Mestre em Ciências da Saúde(MSc)  pela Universidade de Liverpool-Inglaterra
Doutor em Ciências(PhD) com tese sobre aceleração da cicatrização tendínea pela USP.
Professor Coordenador do centro de estudos NÆON, serviço referendado de formação de especialistas das Sociedades Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo e Internacional de Traumatologia do Esporte.

Atende no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio-Libanês e no Hospital Moriah em São Paulo-Capital. Telefones de marcação: 11-41078997 e 11-985588579
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