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Dr. José Carlos Garcia Jr.

Especialista em cirurgia de ombro, cotovelo e artroscopia

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Endoscopia Telerrobótica do Plexo Braquial

Endoscopia Telerrobótica do Plexo Braquial.

Apresentado no Congresso Brasileiro de Cirurgia do Ombro e Cotovelo 2010 e Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão 201
Journal of Neurosurgery

Sep 2011 / Vol. 115 / No. 3 / Pages 659-664


ARTICLE
Endoscopic exploration and repair of brachial plexus with telerobotic manipulation: a cadaver trial
Laboratory investigation
Gustavo Mantovani, M.D.1, Philippe Liverneaux, M.D., Ph.D.2, Jose Carlos Garcia Jr., M.D.3, Stacey H. Berner, M.D.4, Michael S. Bednar, M.D.5, and Catherine J. Mohr, M.D.6

1Department of Hand Surgery, ?Beneficência Portuguesa de São Paulo? Hospital; 3Division of Sports Medicine, Pontifical Catholic University of Campinas, São Paulo, Brazil; 2Department of Hand Surgery, Strasbourg University Hospitals, Illkirch, France; 4Department of Hand Surgery, Sinai Hospital of Baltimore, Maryland; 5Department of Orthopaedic Surgery, Loyola University, Maywood, Illinois; and 6Department of Surgery, Stanford School of Medicine, Stanford, California

DOI: 10.3171/2011.3.JNS10931.

Abstract

OBJECT
The aim of this paper was to develop an effective minimally invasive approach to brachial plexus surgery and to determine the feasibility of using telerobotic manipulation to perform a diagnostic dissection and microsurgical repair of the brachial plexus utilizing an entirely endoscopic approach.

METHODS
The authors performed an endoscopic approach using 3 supraclavicular portals in 2 fresh human cadaver brachial plexuses with the aid of the da Vinci telemanipulation system. Dissection was facilitated inflating the area with CO2 at 4 mm Hg pressure. The normal supraclavicular plexus was dissected in its entirety to confirm the feasibility of a complete supraclavicular brachial plexus diagnostic exploration. Subsequently, an artificial lesion to the upper trunk was created, and nerve graft reconstruction was performed. Images and video of the entire procedure were obtained and edited to illustrate the technique.

RESULTS
All supraclavicular structures of the brachial plexus could be safely dissected and identified, similar to the experience in open surgery. The reconstruction of the upper trunk with nerve graft was successfully completed using an epineural microsurgical suture technique performed exclusively with the aid of the robot. There were no instances of inadvertent macroscopic damage to the vascular and nervous structures involved.

CONCLUSIONS
An endoscopic approach to the brachial plexus is feasible. The use of the robot makes it possible to perform microsurgical procedures in a very small space with telemanipulation and minimally invasive techniques. The ability to perform a minimally invasive procedure to explore and repair a brachial plexus injury may provide a new option in the acute management of these injuries.

http://thejns.org/doi/abs/10.3171/2011.3.JNS10931

Objetivamos avaliar a viabilidade da vizualizacao endoscópica das estruturas nervosas que compõe o plexo braquial, estudar novos portais para sua abordagem, avaliar riscos de lesões iatrogenicas e realizar suturas robóticas em lesões de plexos de cadáver

Técnica cirúrgica: Foram utilizados 2 cadáveres humanos, explorando um total de 4 plexos braquiais.
Os cadáveres foram deixados em decúbito dorsal horizontal. Realizamos 4 portais supra-claviculares baseados em trabalhos prévios de artroscopia do plexo braquial.
Foi utilizado o robô Da Vinci SI®(Intuitive Co.) que apresenta 2 módulos: o console do cirurgião apresenta visão em 3 dimensões, possibilidade de aumento da visão em mais de 25 vezes e um designe ergonômico. Alguns componentes podem também obedecer ao comando de voz. O segundo módulo apresenta 3 mãos robóticas e a óptica.
Ao invés de lançar mão de irrigação de solução salina preferimos infusão de ar.

Resultados:O procedimento cirúrgico proposto apresentou sucesso e algumas características do robô fazem da cirurgia um ato mais ergonômico para o cirurgião além de eliminar ocasionais tremores e magnificar a imagem.
Obtivemos com os métodos acima uma boa vizualização do plexo braquial.
A técnica descrita mostrou-se eficaz na identifição e vizualização de estruturas nervosas do plexo braquial e seu reparo.
A dissecção e sutura robótica não causou lesões macroscópicas nas estruturas nervosas ou vasculares.

Conclusão: Esta primeira experiência na manipulação minimamente invasiva robótica do plexo braquial mostrou-se promissora e pode tornar-se clinicamente viável, requerendo no momento mais testes em cadáver e em animais vivos.
Em humanos vivos a técnica robótica já foi utilizada em 1 paciente com lesão do plexo braquial mas ainda de forma aberta.
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